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Índice Properati Hiperdados de preços de imóveis ficou estável em março

No terceiro mês do ano, o preço médio dos imóveis para venda no país ficou em média a R$ 6.189/m2, o que representou uma estabilidade (+0,07%) em relação ao mês anterior. É o que aponta o IPH (Índice Properati-Hiperdados), um dos mais respeitados do país, com base em mais de 1,5 milhão de anúncios em 100 cidades brasileiras. Os cálculos são da plataforma de gestão de informações Hiperdados com o portal Properati.

O incremento tímido do indicador não foi suficiente para superar a inflação oficial, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que subiu 0,32%, o que representou uma queda real (quando a variação é menor que a inflação) de 0,25%.

Dos 100 municípios monitorados pelo balanço, 40 reportaram um aumento real sobre o mês anterior, sendo mais acentuada em Itu (+2,62%), Itapema-SC (+2,20%), Duque de Caxias-RJ (+2,08%), Ubatuba (+1,86%), Florianópolis (+1,64%), Vitória (+1,55%) e Araçatuba (+1,45%).

Já as localidades que tiveram os maiores declives reais na mesma comparação foram Guarapari-ES (-3,20%), Jaboatão dos Guararapes-PE (-3,00%), Maricá-RJ (-2,83%) e Parnamirim-RN (-2,55%).

Acumulado

Com o desempenho mensal, o IPH de preço de imóveis acumulou no primeiro trimestre do ano uma diminuição nominal de 0,49%, sentido inverso da inflação no mesmo intervalo (+1,05%).

Já em 12 meses até março, o indicador que mede o valor das unidades acumulou retrocesso nominal de 4,02%. Considerando o IPCA de idêntica etapa (+2,84%), ocorreu uma baixa real acumulada de 6,67% em 12 meses.

Das 100 cidades que compõem a pesquisa, apenas 34 contabilizaram uma elevação real acumulada, sendo mais acentuada em Florianópolis (+14,53%), Rio de Janeiro (+10,87%), Canoas-RS (+7,91%), Vitória (+7,56%), Praia Grande (+6,97%), Caraguatatuba (+6,01%) e Ubatuba (+5,89%).

Já os municípios que tiveram os maiores declives reais na mesma comparação foram Bertioga (-18,34%), Cabo Frio-RJ (-15,83%), Belo Horizonte (-15,03%) e Mongaguá (-12,48%).

Destaques

Na capital paulista, os imóveis custaram em média R$ 7.893/m2 em março, segundo o IPH. Em comparação com fevereiro, houve uma elevação nominal de 0,83% e um salto real (considerando o IPCA) de 0,51%. Já em 12 meses, o mercado paulistano apurou uma redução nominal acumulada de 2,95% e um decréscimo real acumulado de 5,63%.

O Rio seguiu como a cidade com as unidades mais valorizadas do país, custando em média R$ 9.930/m2 em março, seguida por Balneário Camboriú-SC (R$ 9.060/m2), São Paulo, Bertioga (R$ 7.840/m2), São Paulo e Itapema-SC (R$ 6.841/m2).

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