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Imóveis para a terceira idade se tornam ativos imobiliários alternativos para investidores

As residências para idosos, chamadas de senior living houses, estão despontando com uma das tendências de investimento para quem busca diversificar o portfólio no exterior, já que a população que está na terceira idade é grande e está aumentando nos Estados Unidos. Esse segmento vem crescendo de 4% a 6% ao ano.
Senior living houses é um dos temas que será abordado durante a 3ª edição do Reglobal Conference, evento que vai apresentar as tendências, oportunidades e estratégias de investimento em imóveis para geração de renda e vai reunirá, em março, investidores brasileiros e os principais profissionais do mercado imobiliário dos Estados Unidos e Portugal.
Segundo Pedro Barreto, CEO da Ativore Global Investments, empresa que assessora investimentos globais em imóveis para renda e que também é organizadora do Reglobal Conference, os retornos para quem investe nesse tipo de imóvel podem exceder 20%, porém tendem a ser mais de longo prazo, uma vez que leva tempo para montar e estabilizar um portfólio com esse perfil de propriedade.
Depois da Segunda Guerra Mundial, a taxa de natalidade nos EUA subiu de forma expressiva. Nascidos entre 1946 e 1964, os atuais 76 milhões de baby-boomers são cidadãos que hoje têm entre 54 e 70 anos. Apenas para comparar, a geração que nasceu entre 1925 e 1946 era de cerca de 50 milhões de pessoas. Além disso, os baby-boomers vão viver mais e têm mais dinheiro. Esperam, portanto, viver bem até o fim da vida.
Há uma série de soluções em habitação criadas para esse público-alvo: (1) independent living (vida independente); (2) senior living (residência sênior); (3) assisted living (residência assistida); (4) memory care (para pessoas com dificuldades de memória que sofram com Alzheimer e demência, por exemplo); (5) skilled nursing (cuidados médicos especializados).
Entre os assuntos presentes na programação do Reglobal estão o impacto da tecnologia no real estate; imóveis multifamily, a maior classe de imóveis dos EUA e que não existe no Brasil; os ativos alternativos de investimento, as propriedades self-storage; o boom do mercado imobiliário português; e o planejamento tributário e sucessório nos EUA e em Portugal.

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