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Moradias digitalizadas: tendência chega para ficar na região

Há pouco mais de uma década, morar em uma casa ou apartamento totalmente integrado e conectado por aplicativos era um sonho no Brasil, embora esta novidade já estivesse sendo colocada em prática em países desenvolvidos, como Estados Unidos e Europa. Os elevados custos da automação, em um país onde a renda ainda é baixa, eram uma das principais barreiras, mas não a única. A cultura do brasileiro também não estava pronta e preparada para absorver as modernidades.

Em dez anos, o cenário brasileiro e regional mudou e o que era algo visionário, começa a ganhar forma e corpo, com a disseminação da Inteligência Artificial (IA) e da Internet das Coisas (IoT), também no mundo imobiliário. Um estudo realizado pela empresa de consultoria de mercado imobiliário Brian, apresentado no ano passado, revelou que 0,5% dos lares brasileiros possuem inteligência nos equipamentos, necessários para conectar os aparelhos às casas, como portas, janelas, eletroeletrônicos, temperatura ambiente, entre outros.

O número brasileiro, no entanto, ainda é ínfimo, quando olhamos para o mercado mundial. Em países da Europa e nos Estados Unidos, nada menos que 18% das moradias já estão digitalizadas. Ou seja, conectadas à Internet das Coisas. Um abismo gigantesco que nos separa do primeiro mundo, quando falamos em avanços tecnológicos em moradias.

E quando falamos do desembarque de novas tecnologias no Brasil, a região não poderia ficar de fora, ainda mais quando falamos da cidade mais conectada do País, como é a própria Campinas. A digitalização já está presente entre nós, embora seja algo ainda recente.

Antenadas ao mercado e às necessidades do público, especialmente dos mais jovens, que vivem ligados à Internet e às novidades, construtoras e incorporadoras da região já desenvolvem produtos digitalizados, colocando casas e apartamento no mercado, prontas para uso imediato. Temos vários exemplos, como empreendimentos no distrito de Sousas (QOPP Incorporadora), e bairros como bairro Cambuí e Nova Campinas.

Claro que estes produtos, inicialmente, estão direcionados para um público com faixa de renda maior. Mas a tendência é que as tecnologias se popularizem e também passem a ser incorporadas, no decorrer dos próximos anos, a empreendimentos de médio e baixo padrão. A exemplo do que já está ocorrendo com itens como equipamentos de energia solar em prédios de construtoras maiores e até tomadas na garagem para abastecimento de carros elétricos, que também deverá se popularizar nas próximas décadas.

É o mercado brasileiro, mesmo com toda sua carência por novas moradias, se adequando ao mundo, investindo em tecnologias e novos produtos para se adequar às tendências tecnologias e sustentáveis que o consumidor exige. ( A Cidade On)

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