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Plano Diretor pretende ‘recriar’ região central

O novo Plano Diretor de Campinas – que deverá ser encaminhado para votação na Câmara no final deste mês – vai abrir uma série de possibilidades de ocupação da região central da cidade. As diretrizes de desenvolvimento da área têm como meta a valorização do pedestre e, por conta disso, vai propor, por exemplo, a ampliação e recuperação de calçadas e a padronização do mobiliário. Vai, também, promover o desenvolvimento de projetos para valorização do espaço público com arborização adequada e previsão de enterramento da fiação da rede de eletricidade.

O Plano prevê ainda o estímulo a atividades culturais, inclusive no período noturno, além de criar mecanismos para atrair para o Centro, empreendimentos habitacionais de interesse social.

A partir desses conceitos, o secretário de Planejamento, Carlos Augusto Santoro, avalia que o Plano vai liberar a área de entraves e permitir a implantação de projetos que podem ir desde a instalação de banheiros públicos, até a instituição de garagens metálicas. Santoro explica que o Plano não vai prever banheiro público ou garagens verticais, mas vai criar instrumentos para que iniciativas deste tipo sejam implementadas. “As garagens são tendência em todo o mundo. Em praticamente todas as cidades grandes da Europa têm”, diz Santoro.

Os estacionamentos verticais são um modelo de edifício-garagem em que o sistema de condução dos veículos é automatizado. Os usuários não tem acesso ao local onde os carros são guardados, já que os veículos são direcionados para as vagas por meio de equipamentos robotizados.

O secretário diz que o Plano vai prever para a região um modelo de ocupação como a realizada com a Av. Francisco Glicério – que entre outras intervenções, teve os fios enterrados, além do alargamentos de calçadas. Agora, deverá receber um novo paisagismo. O enterramento dos cabos, afirma ele, poderiam ser previstos em contrapartidas de empreendimentos imobiliários. Santoro lembra que o Plano também visa estimular projetos como o de revitalização do Solar do Barão, da PUC, prédio tombado pelo patrimônio histórico cujo entorno será construído um complexo comercial e de serviços. (Metro)

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