Imóveis

Cresce a busca por segurança residencial no Brasil

A sensação de insegurança dentro de casa fez aumentar o número em
residências que investiram em sistemas de segurança nos últimos 12 meses, é
o que indica a Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica, realizada pela
SMG com exclusividade para a Abese com indústrias, distribuidores e
prestadores de serviço de todo o país.

De acordo com o levantamento, os consumidores finais estão encabeçando as
demandas do setor. No último ano, 69% dos prestadores de serviços atenderam
projetos para residências. Entre as principais solicitações estão
videomonitoramento e sistemas de alarme com e sem fio.

As câmeras de videomonitoramento IP são os produtos mais vendidos do setor
de segurança pública e patrimonial. De acordo com o levantamento, as câmeras
IP representam 36% dos produtos mais vendidos – encabeçando a lista.

No entanto, as câmeras analógicas ainda representam uma boa parcela de
vendas no Brasil – 30%. Ainda assim, dentre as empresas que atendem ao setor
de videomonitoramento, 82% trabalham com serviços e produtos IP, enquanto
72% ainda trabalham com soluções analógicas.

A pesquisa ainda mostra que 75% do mercado de segurança é composto por
prestadores de serviço. O número indica que o setor atrai empreendedores em
todo o país e o videomonitoramento é a área de atuação de 90% dos
prestadores de serviço.

Ainda na lista dos produtos mais trabalhados pelos prestadores de serviços
estão os sistemas de alarmes com fio e sem fio – 89% e 74%, respectivamente;
seguidos pelo Controle de Acesso, que compreende 71% dos serviços prestados
e ainda Softwares (49%) e Rastreadores (25%).

O mercado de segurança está otimista para 2019, 95% da indústria pretende
lançar novos produtos no próximo ano, mesmo que para 46% dos entrevistados a
carga tributária é ainda o principal desafio.

Para os próximos três anos as principais apostas do segmento são: o uso de
aplicativos de segurança em dispositivos móveis com 94%, plataforma na nuvem
para integração de sistemas de hardware e software com 84%, automação
residencial integrada ao sistema de alarme com 81%, IoT com 80%, serviços de
automonitoramento com 64%, portaria remota com 60%, sistemas de inteligência
aplicada para análise de comportamento com 55% e monitoramento por áudio com
27%.

A pesquisa foi apresentada esta semana durante o Congresso da Associação
Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), que
acontece no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo. (Canal Executivo)

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