construção civil

Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado sobe 0,19% em outubro, diz FGV

O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) ficou em 0,19% em outubro, mostrando uma leve aceleração ante a alta de 0,14% registrada em setembro, divulgou nesta quinta-feira, 26, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação positiva de 0,44% neste mês, após o avanço de 0,37% apurado na leitura de setembro. Dentro deste grupo, o item relativo a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,54%. No mês anterior, essa taxa havia sido de 0,42%.

O índice referente à Mão de Obra registrou deflação de 0,01%. No mês anterior, a taxa de variação também havia sido negativa (-0,04%).

Das sete capitais analisadas, duas registraram aceleração em suas taxas de variação em outubro ante setembro: Rio de Janeiro (-0,33% e 0,15%) e São Paulo (0,13% para 0,25%).

Em contrapartida, apresentaram desaceleração nas taxas as cidades de Salvador (0,19% para 0,13%), Brasília (0,39% para 0,24%), Belo Horizonte (0,22% para 0,11%), Recife (0,28% para 0,24%) e Porto Alegre (0,19% para 0,08%).

 

Preço de materiais

A inflação maior no grupo Materiais, Equipamentos e Serviços contribuiu para a leve alta do Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) em outubro em relação a setembro. Segundo a FGV, o indicador avançou de 0,37% no mês passado para 0,44% neste mês.

Em nota à imprensa, a FGV explicou que a variação ocorreu devido à alta mais intensa nos preços de materiais e equipamentos. A inflação neste subgrupo passou de 0,42% para 0,54% entre os dois períodos, com destaque para materiais para estrutura (0,56% para 0,92%).

Já a inflação da parcela referente a Serviços registrou um recuo, passando de 0,17% em setembro para 0,08% em outubro. Neste grupo, a FGV destacou a desaceleração nos preços de refeição pronta no local de trabalho, cuja taxa passou de 0,47% para

-0,17%.

Em relação à Mão de Obra (-0,04% para -0,01%), a FGV esclarece que a deflação deve-se a ajustes nos níveis salariais de algumas ocupações.

Entre as maiores influências positivas, os destaques são: vergalhões e arames de aço ao carbono (0,61% para 3,55%), cimento Portland comum (0,71% para 1,06%), tubos e conexões de ferro e aço (0,58% para 1,20%), tijolo/telha cerâmica (0,28% para 0,65%) e esquadrias de alumínio (-0,24% para 0,51%).

Já as maiores influências de baixa são pias, cubas e louças sanitárias (-0,24% para -0,90%), servente (0,00% para -0,06%), refeições prontas no local de trabalho (0,47% para -0,17%), aduela e alizar de madeira (0,30% para -0,49%), argamassa (0,49% para -0,13%).

O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. (DCI)

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