construção civilHabitação

Prédios antigos exigem mais cuidados com elevadores

Uma das principais preocupações dentro de um condomínio deve ser a gestão dos elevadores. Em cidades que contam com prédios antigos, como é o caso de Santos, a atenção precisa ser redobrada. Mais que isso: é preciso seguir a legislação municipal vigente que estabelece uma série de providências em relação à segurança, instalação e manutenção.

Para o diretor da 3A Consultoria Predial, Alexandre Isaías, há muito desconhecimento da lei e os síndicos não devem negligenciar a gestão dos elevadores. “O trabalho precisa ser contínuo com análise de todos os contratos, além de fazer laudos periódicos para manter atualizada a condição de manutenção dos elevadores”, explica Alexandre.

Os laudos, manutenções e instalações dos elevadores, segundo a Lei Municipal 333/99, devem ser feitas por empresas cadastradas na Coordenadoria de Inspeção de Instalações e Locais de Eventos, Desenvolvimento Tecnológico e de Segurança (Coinst), órgão do Departamento de Obras Particulares. “Não adianta fazer laudos ou trabalhar com empresa não cadastrada, pois não valerá judicialmente caso aconteça algum problema. E é importante ressaltar que em caso de acidentes, o síndico poderá responder criminalmente, pois é dele a responsabilidade de seguir as normas, documentações e outros detalhes. Ele é o responsável solidário e precisa fazer todos os procedimentos dentro da legislação vigente”, acentua Alexandre.

Os moradores também têm papel importante e devem fiscalizar os procedimentos. “Uma das formas é solicitar com frequência anual os documentos e contratos. Isso fará com que o síndico também se mantenha alerta e se lembre das obrigações”, conclui Alexandre.

Textos base das normas sobre conservação e uso de água em edificações foram encaminhados para ABNT

Em reunião realizada em abril 2018, a Comissão de Estudos de Conservação de Água em Edificações deliberou e aprovou o encaminhamento dos textos base das normas de “Conservação de água em edificações – diretrizes e procedimentos” e de “Uso de fontes alternativas de água não potável em edificações” à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para consulta nacional.

A expectativa para liberação pela ABNT é de até 90 dias, seguido de período de consulta estimado em 30 a 60 dias e de mais 30 dias para a publicação.

A comissão entende que a elaboração destas normas é um importante instrumento para o correto planejamento, elaboração de projetos, uso, operação e manutenção de edificações que buscam o correto uso da água. “Além disso, por meio deste trabalho serão regulamentadas também as diretrizes para o uso de fontes alternativas de uso não potável incluindo parâmetros de qualidade da água”, explica a coordenadora técnica do Comitê de Meio Ambiente do SindusCon-SP (Comasp), Lilian Sarrouf, responsável pelos trabalhos da comissão ao lado da consultora Virginia Sodré.

Desde dezembro de 2016, quando se iniciaram os trabalhos, foram realizadas 16 reuniões com a participação de mais de 100 profissionais representando projetistas, construtores, incorporadores, fabricantes, especialistas em saneamento e recursos hídricos, universidades, entidades de pesquisa e órgãos de governo para contribuir com informações técnicas para a elaboração de legislações e políticas públicas.

Participaram da reunião o gestor do CB-002, Fernando Teixeira, e a secretária do CB-002, Rose de Lima. (Obra 24h)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Precisa de ajuda?
hacklink satın al holiganbet setrabet betnano casibom casibom holiganbet casibom marsbahis casibom güncel giriş casibom casibom giriş casibom