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Valores de itens da construção civil crescem 0,56% em fevereiro, menos do que janeiro, que registrou 0,72%

O acumulado dos dois meses deste ano é de 1,28%, nos últimos 12 meses a alta é de 16,28%

Na última sexta-feira (11), o IBGE divulgou o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), que registrou um aumento de 0,56% em fevereiro, uma variação 0,16 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de janeiro, que foi de 0,72%. Com isso a soma dos dois meses de 2022 é de 1,28%.  Se for levado em conta os últimos 12 meses, o aumento é de 16,28%, resultado menor que os 17,17% nos mesmos 12 meses anteriores. Em fevereiro de 2021, o índice foi de 1,33%.

“A taxa de fevereiro mostra que o segmento da construção civil, após um período de altas sequenciais atípicas, vem se aproximando de taxas mais próximas do período pré-pandemia. Situação que acontece desde o segundo semestre de 2021”, afirma Augusto Oliveira, gerente do Sinapi.

O custo nacional da construção por m² em fevereiro foi de R$ 1.533,96, sendo que R$ 922,86 eram em relação aos materiais e R$ 611,10 à mão de obra.

Francisco de Oliveira Lima Filho, presidente da Habicamp

“Os índices apontam para o retorno à normalidade, já que eram comuns na época em que não havia pandemia.  O setor é forte e mostra potencial em pleno crescimento”, declara o presidente da Habicamp, Francisco de Oliveira Lima Filho.

Custos

Sobre os custos da mão de obra a taxa foi de 0,23%, caindo 0,64 p.p. se comparada a janeiro, que foi de 0,87%. Já se for comparado com fevereiro do ano passado, aumentou 0,21% p.p.

Somando janeiro e fevereiro deste ano, os materiais aumentaram 1,40% enquanto parcela da mão de obra, o aumento é de 1,10%. Já nos últimos 12 meses, o índice é de 23,29% para materiais e 7,10% para mão de obra.

Recorte Estadual

Do ponto de vista de cada Estado, Amapá teve a maior alta no recorte estadual, registrando alta na parcela de materiais e reajustes profissionais. Encerrando o mês com 4,91% no custo da construção civil. Sergipe ficou em segundo com 1,31%, a região Sudeste apresentou 0,53%.

Já no custo em relação aos custos regionais por metro quadrado, o Sul ficou em primeiro (R$ 1.608,41), seguido pelo Sudeste (R$ 1.588,16) e pelo Norte R$ 1.536,33). Centro-Oeste (R$ 1.523,16) e Nordeste (R$ 1.441,22) completam a lista.

Sobre o Sinapi

É uma produção do IBGE e da Caixa com o objetivo de produzir dados mensais de custos e dies para o setor habitacional e de preços médios de itens e serviços da área.

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