Construção civil está entre as 5 atividades econômicas que mais empregam no país

Com o mercado imobiliário aquecido, o segmento de construção civil também ganha fôlego, mesmo diante do cenário de pandemia. E o setor é um dos grandes responsáveis por movimentar a economia, graças a sua grande cadeia produtiva, que vai do canteiro de obras até a fabricação de insumos e, consequentemente, gera milhões de empregos.

Em maio de 2021, por exemplo, o Brasil criou 280.666 novos postos de trabalho com carteira assinada, de acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo Ministério da Economia. E entre os 5 setores que mais empregaram, está o da construção civil, responsável por 22.611 postos.

O presidente da Associação da Habitação de Campinas, Habicamp, Francisco Lima, reforça a relevância do potencial desse segmento para o país. “Quando o setor da construção civil caminha de forma positiva, a economia acompanha o ritmo e isso reflete, também, na geração de novos empregos”, explica.

Além disso, Lima Filho afirma do potencial para a retomada das atividades econômicas no pós-pandemia. “Grande parte dos investimentos no setor retornam para o país em forma de PIB, geração de empregos, tributos e, consequentemente, renda à população”, salienta.

 

Acompanhe alguns indicadores destacados pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc):

  • 10% dos trabalhadores brasileiros são empregados da construção civil
  • 9% de todos os tributos são gerados pelo setor
  • 7% do PIB Nacional é oriundo da construção civil
  • 62 atividades econômicas da indústria nacional são movimentadas pelo setor

Empregos

De acordo com dados do Caged, divulgados pelo Ministério da Economia, em 2020 o Brasil registrou 142 mil vagas de trabalho formais (CLT), das quais 112 mil pertencem à construção civil.

PIB

Segundo o IBGE, o PIB da Construção referente ao 1º Trimestre de 2021 cresceu 2,1% em relação ao último trimestre do ano passado, sendo um dos setores com maior elevação.

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