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Habitação

Governo libera R$ 600 milhões para destravar PAC e Minha Casa, Minha Vida

O Ministério da Economia publicou nesta segunda-feira (2) portaria que
libera R$ 600 milhões para destravar obras do PAC(Programa de Aceleração do Crescimento). Desse total, R$ 443 milhões serão destinados ao programa de habitação Minha Casa, Minha Vida, de acordo com o Ministério do
Desenvolvimento Regional.

O dinheiro deve ajudar a aliviar os atrasos no programa. A Cbic (Câmara
Brasileira da Indústria da Construção) afirma que as dívidas, que têm mais
de 60 dias, superam os R$ 500 milhões. Segundo a entidade, são 600 empresas e 200 mil trabalhadores são afetados pelo problema.

“Não é o suficiente, não deve resolver 100% do atraso. Mas dá um fôlego.
Quando chegar em outubro e novembro, temos que ver novamente”, afirma José Carlos Martins, presidente da Cbic.

O problema com os atrasos não deve terminar neste ano, pois o orçamento para o programa é ainda mais enxuto em 2020, diz Martins. “Estamos conversando com o governo. Há sensibilidade da parte do ministro, dos secretário. Entendemos que estão fazendo o que é possível.”

Martins estima que até a próxima quarta (4) as empresas devem começar a ser pagas.

O atraso nos pagamentos diz respeito a imóveis da faixa 1, que atende
famílias com renda de até R$ 1.800. No segmento, 90% do valor do imóvel é
financiado com recursos do OGU (Orçamento Geral da União).

Em meados de agosto, o Ministério do Desenvolvimento Regional publicou
portaria em que reduziu a R$ 450 milhões no ano o subsídio do governo às
faixas do programa que usam recursos do fundo.

Esse subsídio é aplicado às faixas 1,5 e 2 do MCMV, voltadas a famílias com
renda de R$ 1.800 a R$ 4.000. Nesses segmentos, 90% do subsídio vem de
recursos do FGTS e 10%, do OGU. Para o ano inteiro, o valor seria de R$ 900
milhões —o que caiu à metade agora.

O programa tem sofrido atrasos frequentes ao longo do ano. Em abril,
construtoras ameaçaram parar diante de um desembolso atrasado estimado em R$ 550 milhões à época. O governo liberou recursos para resolver o problema. Diante da possibilidade de derrota na Câmara dos Deputados de um projeto de crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões, em junho, também se comprometeu a liberar R$ 1 bilhão para o programa.

Os atrasos ocorrem em meio a discussões de uma reformulação do MCMV. Até agora, o governo não apresentou projeto que vai mudar as regras para o programa habitacional. Em junho, o ministro Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional) apresentou, em comissão na Câmara, uma proposta de limitar o acesso ao MCMV a famílias que tenham renda até sete salários mínimos (R$ 6.986 atualmente, sem considerar fator de localização).

Ele propôs ainda reformulações que incluem capacitação profissional dos
atendidos e redução dos subsídios do governo federal no programa.

Se a mudança entrar em vigor, na prática as famílias que ganham mais de sete salários mínimos (R$ 6.986) e menos que R$ 9.000 deixam de ter acesso a taxas de juros menores que as praticadas em financiamentos com recursos da poupança, o chamado SBPE, e pelo mercado imobiliário.

O Ministério da Economia também discute mudanças no programa habitacional. O subsídio do governo estaria vinculado à doação de terrenos da União, por exemplo. (Folha de S. Paulo)

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