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IGP-M varia -0,49% em novembro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,49% em novembro, percentual inferior
ao apurado em outubro, quando subiu 0,89%, segundo dados da Fundação Getulio
Vargas (FGV). Com este resultado, o índice acumula alta de 8,71% no ano e de
9,68% em 12 meses. Em novembro de 2017, o índice havia subido 0,52% e
acumulava queda de 0,86% em 12 meses. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) desacelerou de 1,11% em outubro
para -0,81% em novembro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do
grupo Bens Finais variou -0,84% em novembro, contra 1,15% no mês anterior. A
principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis
para o consumo, cuja taxa de variação passou de 2,08% para -12,43%, no mesmo
período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos
alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou taxa de 0,13%
em novembro, ante 0,94% no mês anterior.

A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 2,05% em outubro
para -0,55% em novembro. O principal responsável por este movimento foi o
subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual
passou de 5,97% para -3,01%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido
após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção,
variou -0,08% em novembro, contra 1,35% em outubro.

A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas intensificou a queda passando de
-0,11% em outubro para -1,10% em novembro. Contribuíram para o recuo da taxa
do grupo os seguintes itens: soja (em grão) (0,43% para -6,24%), aves (2,48%
para -4,96%) e bovinos (2,49% para -0,87%). Em sentido oposto, destacam-se
os itens minério de ferro (-0,85% para 5,95%), mandioca (aipim) (-0,25% para
8,81%) e café (em grão) (0,50% para 4,71%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,09% em novembro, ante 0,51%
em outubro. Todas as classes de despesa componentes do índice registraram
recuo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo
Transportes (1,06% para -0,10%). Nesta classe de despesa, vale citar o
comportamento do item gasolina, cuja taxa passou 3,49% para -1,10%.

Também apresentaram recuo em suas taxas de variação os grupos Habitação
(0,04% para -0,65%), Educação, Leitura e Recreação (0,63% para 0,37%),
Vestuário (0,57% para 0,27%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,48% para 0,36%),
Comunicação (0,17% para 0,14%), Alimentação (0,70% para 0,68%) e Despesas
Diversas (0,07% para 0,05%). As principais influências observadas para a
desaceleração dos preços partiram dos seguintes itens: tarifa de
eletricidade residencial (-0,48% para -4,18%), salas de espetáculo (1,66%
para 0,41%), roupas (0,79% para 0,44%), artigos de higiene e cuidado pessoal
(0,86% para 0,29%), mensalidade para TV por assinatura (0,52% para 0,00%),
laticínios (-0,82% para -2,84%) e alimentos para animais domésticos (0,45%
para -0,24%). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) variou 0,26% em novembro,
contra 0,33% em outubro. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e
Serviços subiu 0,56%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,46%. O índice
que representa o custo da Mão de Obra não variou entre outubro e novembro.
No mês anterior, este índice apresentou variação de 0,22%. (Investimentos e
Notícias)

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